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início » Resenha do livro: O Futuro do Dinheiro “The Future of Money” é um livro escrito por um renomado especialista em finanças, que explora as tendências emergentes no mundo das moedas e transações financeiras. O autor apresenta uma visão audaciosa sobre como o dinheiro vai evoluir no futuro próximo. O livro começa abordando as mudanças digitais que estão revolucionando a forma como as pessoas lidam com o dinheiro. O autor destaca a importância do avanço tecnológico e como isso está afetando a maneira como fazemos transações financeiras. Ele discute o papel das criptomoedas, como o Bitcoin, e como elas estão moldando o futuro do dinheiro. Uma das principais ideias do livro é a substituição gradual do dinheiro físico pelo digital. O autor argumenta que, com o aumento do uso de smartphones e a facilidade de fazer pagamentos digitais, o dinheiro em espécie se tornará cada vez menos necessário. Além disso, ele explora como as moedas digitais estão se tornando mais seguras e convenientes, eliminando a necessidade de intermediários financeiros tradicionais. Outro aspecto abordado no livro é a inclusão financeira. O autor discute como as tecnologias financeiras estão permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo tenham acesso a serviços financeiros básicos, mesmo sem um banco físico. Ele explora como isso está impactando positivamente as economias emergentes e como isso pode contribuir para a redução da desigualdade social. Em sua conclusão, o autor destaca que o futuro do dinheiro será impulsionado pela tecnologia e pela mentalidade inovadora. Ele ressalta a importância de estarmos abertos às mudanças e de nos adaptarmos às novas formas de transação financeira. “The Future of Money” é um livro provocativo e bem fundamentado, que apresenta uma visão interessante e perspicaz sobre o futuro das moedas e transações financeiras. É uma leitura recomendada para aqueles interessados em entender como a tecnologia está moldando o mundo financeiro e como podemos nos preparar para essa evolução.

Resenha do livro: O Futuro do Dinheiro “The Future of Money” é um livro escrito por um renomado especialista em finanças, que explora as tendências emergentes no mundo das moedas e transações financeiras. O autor apresenta uma visão audaciosa sobre como o dinheiro vai evoluir no futuro próximo. O livro começa abordando as mudanças digitais que estão revolucionando a forma como as pessoas lidam com o dinheiro. O autor destaca a importância do avanço tecnológico e como isso está afetando a maneira como fazemos transações financeiras. Ele discute o papel das criptomoedas, como o Bitcoin, e como elas estão moldando o futuro do dinheiro. Uma das principais ideias do livro é a substituição gradual do dinheiro físico pelo digital. O autor argumenta que, com o aumento do uso de smartphones e a facilidade de fazer pagamentos digitais, o dinheiro em espécie se tornará cada vez menos necessário. Além disso, ele explora como as moedas digitais estão se tornando mais seguras e convenientes, eliminando a necessidade de intermediários financeiros tradicionais. Outro aspecto abordado no livro é a inclusão financeira. O autor discute como as tecnologias financeiras estão permitindo que pessoas de diferentes partes do mundo tenham acesso a serviços financeiros básicos, mesmo sem um banco físico. Ele explora como isso está impactando positivamente as economias emergentes e como isso pode contribuir para a redução da desigualdade social. Em sua conclusão, o autor destaca que o futuro do dinheiro será impulsionado pela tecnologia e pela mentalidade inovadora. Ele ressalta a importância de estarmos abertos às mudanças e de nos adaptarmos às novas formas de transação financeira. “The Future of Money” é um livro provocativo e bem fundamentado, que apresenta uma visão interessante e perspicaz sobre o futuro das moedas e transações financeiras. É uma leitura recomendada para aqueles interessados em entender como a tecnologia está moldando o mundo financeiro e como podemos nos preparar para essa evolução.

    O Futuro do Dinheiro: Como a Revolução Digital está Transformando Moedas e Finanças. 2021. Eswar S. Prasad. The Belknap Press da Harvard University Press.

    Hoje em dia, não podemos ligar a televisão ou o rádio sem ouvir um anúncio sobre criptomoedas ou exchanges de cripto. Inúmeras celebridades estão divulgando plataformas de negociação de cripto, incluindo os atletas profissionais LeBron James e Tom Brady, e os atores Matt Damon e Larry David. As criptomoedas são o próximo grande investimento, uma moda passageira ou uma moeda que transformará a paisagem econômica e financeira? Quais são as vantagens e desvantagens das moedas digitais? Quem se beneficiará dessas novas moedas?

    Eswar S. Prasad tenta abordar essas questões em O Futuro do Dinheiro: Como a Revolução Digital está Transformando Moedas e Finanças. Prasad, Professor Sênior de Política Comercial da Universidade Cornell e autor de vários livros sobre moedas, oferece uma exposição interessante e esclarecedora sobre a mudança do cenário tradicional de notas em papel para moedas digitais.

    Prasad começa sua discussão sobre o futuro do dinheiro com uma citação de Cecilia Skingsley, vice-governadora do banco central da Suécia: “Se extrapolarmos as tendências atuais, a última nota terá sido devolvida ao Riksbank até 2030.” Skingsley não é a única autoridade governamental que vê um grande futuro para as moedas digitais. A China é outro país que está se afastando da moeda em papel. Nos Estados Unidos, o presidente Biden, reconhecendo a importância dos novos ativos digitais, assinou uma ordem executiva para garantir o desenvolvimento responsável de ativos digitais em março de 2022.

    O livro é dividido em quatro partes. A Parte I, “Criando a Base”, analisa o futuro e a promessa das moedas digitais e fornece uma introdução às finanças para aqueles com pouco conhecimento prévio. A Parte II, “Inovações”, foca na história da fintech e da revolução cripto. A Parte III, “Moeda do Banco Central”, argumenta a favor das moedas digitais emitidas pelos bancos centrais (Central Bank Digital Currencies – CBDCs). A Parte IV, “Ramificações”, considera as consequências potenciais para o sistema monetário internacional.

    A seção “Inovações” do livro começa com um capítulo intitulado “A Fintech Tornará o Mundo um Lugar Melhor?” Aqui, o autor nos leva através da história da fintech, que ele aponta como um termo genérico para tecnologias financeiras inovadoras. O termo foi cunhado pela primeira vez em 1993 com a criação do Financial Services Technology Consortium do Citicorp. No entanto, algumas inovações, como os caixas eletrônicos, se tornaram tão comuns que esquecemos que eram tecnologias inovadoras. A história inclui uma análise interessante de inovações mais recentes, como o M-PESA, que permitiu que indivíduos no Quênia realizassem transações bancárias por meio de um celular, além de empréstimos peer-to-peer, financiamento coletivo e seguros sob demanda. Muitos desses novos serviços representarão desafios para as empresas tradicionais de serviços financeiros.

    Hoje em dia, a fintech está mais associada às criptomoedas, como o bitcoin e o Ethereum. No entanto, uma discussão sobre criptomoedas não pode começar sem entender o blockchain e como essa tecnologia está transformando os negócios e as finanças. A tecnologia blockchain tem sido apontada como o futuro das finanças e de diversas outras áreas de negócios, incluindo a segurança de registros médicos, mercados de tokens não fungíveis (NFTs) e monitoramento de cadeias de suprimentos.

    A maioria dos profissionais de investimento está ciente do blockchain e do conceito de um livro-razão descentralizado em uma rede peer-to-peer, mas muitos podem não entender completamente a tecnologia. Prasad oferece uma explicação detalhada, mas acessível, de como o blockchain funciona, desde suas origens históricas até a tecnologia subjacente ao sistema. O termo “blockchain” está associado a várias criptomoedas. No entanto, os protocolos usados para validar transações diferem para diversos blockchains. Além disso, cada protocolo tem vantagens e fraquezas. Muitos protocolos alternativos continuarão existindo, ou um se tornará o padrão do setor?

    O Bitcoin usa um protocolo “proof-of-work” para validar transações, que requer que os criadores de blocos, conhecidos como mineradores, resolvam um problema criptográfico gerado aleatoriamente. Esse método permite que as transações sejam validadas sem a necessidade de uma terceira parte confiável. No entanto, esse método requer recursos de computação significativos, que consomem uma grande quantidade de energia elétrica para alimentar os computadores. Outra desvantagem desse método é que ele permite que apenas um número relativamente pequeno de transações sejam validadas simultaneamente.

    O Ethereum usa um protocolo “proof-of-stake”. Proof of stake foi criado para lidar com algumas das ineficiências do método proof-of-work. Aqui, o privilégio de validar um bloco é baseado na quantidade de “apostas” feitas por nós concorrentes. No entanto, como Prasad aponta, essa abordagem menos exigente em recursos não é sem suas falhas.

    Prasad desmistifica alguns dos mitos sobre criptomoedas e outras moedas digitais. Por exemplo, muitos veem o uso de criptomoedas, como o bitcoin, como uma maneira de manter o anonimato. A realidade é que, ao contrário do dinheiro em espécie, as moedas digitais requerem identificadores para que os consumidores recebam os bens adquiridos com essas moedas, o que remove o anonimato. O blockchain também tem sido visto como uma tecnologia segura. Embora essa tecnologia ofereça maior segurança do que outros métodos, Prasad aponta formas como os indivíduos podem hackear os diversos protocolos.

    Como todas as novas tecnologias, a revolução fintech trouxe consigo uma nova linguagem para definir as novas ofertas, incluindo hashing, ofertas de tokens de segurança (STOs), contratos inteligentes, ofertas iniciais de moedas (ICOs), contratos bloqueados por tempo (HTLCs) e moedas estáveis. O livro O Futuro do Dinheiro permite que os investidores aprendam o novo vocabulário desse campo e considerem quais inovações podem oferecer as maiores oportunidades de investimento.

    Ler o livro provavelmente não fornecerá insights sobre como avaliar criptomoedas ou como as moedas digitais, como o bitcoin, provavelmente substituirão o dinheiro emitido pelo governo como reserva de valor, meio de troca ou unidade de conta. No entanto, Prasad oferece um vislumbre do potencial das moedas digitais no capítulo “O Caso para Moedas Digitais Emitidas pelos Bancos Centrais”. Ele argumenta que as CBDCs podem melhorar a eficiência no lado do atacado melhorando a forma como os bancos centrais distribuem reservas para bancos comerciais para pagamentos, compensação e liquidação. No lado do varejo, as CBDCs podem oferecer vários benefícios, incluindo a disponibilização de um sistema de pagamento alternativo, promoção da inclusão financeira e melhoria da política monetária e fiscal.

    Embora esses capítulos possam parecer mais interessantes para economistas monetários e banqueiros centrais do que para investidores, Prasad oferece algumas visões das quais os investidores podem se beneficiar. Ele resume um estudo que analisou como políticas de alguns países europeus para reduzir o uso de dinheiro em espécie reduziram a economia informal e aumentaram as receitas fiscais. O investidor atento pode se perguntar quais investimentos se beneficiarão dessas receitas fiscais aumentadas. Será que as receitas adicionais serão usadas para financiar investimentos em infraestrutura? Os países usarão esse inesperado aumento de recursos para financiar projetos de energia alternativa? Talvez países governados por legisladores conservadores escolham devolver o dinheiro aos cidadãos e empresas por meio de cortes de impostos. Se esse for o caso, quais setores são mais propensos a se beneficiar?

    As inovações produzem vencedores e perdedores, criando novas oportunidades e desafios para os incumbentes. As inovações na indústria financeira não são diferentes. Compreender algumas das mudanças atuais e potenciais futuras permitirá que analistas determinem melhor quais empresas e setores têm mais chances de prosperar e quais têm mais chances de sofrer. O Futuro do Dinheiro oferece aos leitores uma visão das oportunidades e desafios que aguardam o setor financeiro.

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